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NOTÍCIAS 2022

Ford Escort e Mercedes-Benz vencem o Raid Campos do Jordão - Pedra do Baú

04/12/2022 - Duas vitórias de um Ford Escort XR3 conversível e duas de modelos Mercedes-Benz marcaram o Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú 2022, 108º raid organizado pelo MG Club do Brasil. A bordo do Ford Escort, a dupla formada por Manoel Alfredo Cintra e Pedro Lambiasi venceu as duas provas da categoria Classic (noturna, realizada na sexta-feira 2/12, e diurna, no sábado 3/12). Na classe Livre, em que os participantes podem usar celulares e tablets com programas de navegação, triunfaram duas duplas com Mercedes-Benz: o casal Hamza El Moumen/Sofia Salomão, com um modelo SL 500 1995, venceu a prova noturna e a dupla Fernando Leibel/Adriano Braz levou a melhor na diurna com um 450 SL 1974. O Raid Campos do Jordão é um dos mais tradicionais do calendário de eventos do MG Club do Brasil. Como em 2021, as largadas das duas provas foram dadas na Pousada do Quilombo, com a da prova noturna tendo acontecido às 19 horas de sexta-feira, uma hora depois do encerramento da partida entre Brasil x Camarões da Copa do Mundo do Qatar. Choveu forte durante o jogo e o percurso feito em pista molhada adicionou um desafio extra aos participantes. A chegada aconteceu na própria Pousada do Quilombo. No sábado, os participantes tiveram um percurso um pouco mais longo, circundando a Pedra do Baú em sentido contrário ao utilizado em 2021. Isso já transformou a prova em “um outro rallye”, na definição de alguns participantes. Subidas e descidas íngremes, muitas vezes por estradas estreitas, tornaram ainda mais difícil manter as médias horárias indicadas na planilha de navegação. O trajeto competitivo da prova diurna terminou a alguns quilômetros da estrada que leva ao restaurante Oliq, onde os participantes foram recebidos com um almoço. A cerimônia de premiação do Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú 2022 aconteceu na noite de sábado na Pousada do Quilombo. Receberam troféus os cinco primeiros colocados da categoria Classic e os três primeiros da Livre em cada prova. O Troféu Francisco Corazza, concedido à dupla que melhor personificou o espírito esportivo do evento, ficou com a dupla Gilbert Landsberg/Maria Raquel. Eles correram com o carro mais antigo da prova, um Jaguar Mk2 1962. Manoel Alfredo Cintra, vencedor das duas provas na categoria Classic e diretor técnico e esportivo do MG Club do Brasil: “O evento, mais uma vez, foi um sucesso. A adoção da categoria Classic, em que o raid é feito nos moldes antigos, sem ajuda de GPS e celular, foi uma novidade bem recebida. Quanto ao meu resultado, o Pedro [Lambiasi, navegador] foi crucial para a vitória. E o meu carro é muito bom para fazer esse tipo de prova, por ser mais recente e ter bons faróis e direção mais precisa que um carro mais antigo. Essa, por sinal, é uma das razões para adotarmos um handicap de idade e cilindrada. Esse Escort é muito especial. Foi comprado no ano em que nasci, está com a família desde aquela época e eu já participei de cinco provas com ele, três em autódromo e as duas deste raid em Campos do Jordão. E ganhei todas! Vamos ver até quando dura essa invencibilidade”. Hamza El Moumen e Sofia Salomão, vencedores da prova noturna na categoria Livre: “A prova noturna exigiu muita atenção às referências. Houve vezes em que quase nos perdemos por não ver uma placa a tempo. Foi nossa primeira vitória em raids de regularidade e vencer uma prova de nível tão alto nos deixa muito felizes. Este é um dos eventos de que mais gostamos. Além da prova em si, tudo é muito charmoso. Fizemos amizades e ouvimos muitas histórias. Tudo é feito de um jeito em que a gente se enturma, enquanto em outros raids existe apenas a competição. Nosso filho de dois anos fala a cor de cada carro e agora está aprendendo a identificar os modelos. Logo, logo ele vai participar com a gente!” Fernando Leibel, vencedor da prova diurna na classe Livre: “Prova noturna é sempre difícil, ainda mais com pista molhada. Perdemos tempo porque fomos parados pela polícia em uma blitz, mas resolvemos continuar na luta e ficamos em segundo lugar. Na diurna, não tivemos incidentes. O mais difícil era manter a média nas subidas e descidas, porque a estrada era estreita e tinha carros nos dois sentidos. Foi uma prova desafiadora, sem dúvida. Achei perfeita a divisão entre os competidores com aparelhos especiais e sem. Fica mais justo”. Fernando Pimentel, presidente do MG Club do Brasil: “Foi mais um raid muito bom, com paisagens bonitas em estradas espetaculares, com subidas e descidas muito acentuadas. Todos os participantes gostaram muito do evento e isso é o mais importante. Para mim, particularmente, a prova noturna foi muito difícil porque meu carro é muito baixo e havia lombadas altas no percurso. Isso me fez tomar muito cuidado para evitar danos. De dia, com melhor visibilidade, pude guiar melhor e obter um bom resultado”. Américo Nesti, diretor de Comunicação do MG Club do Brasil: “Foi um evento muito divertido e fico feliz que tudo tenha corrido bem, dentro do planejado. Choveu antes da prova noturna e o percurso foi feito com piso molhado. A prova diurna foi desafiadora para pilotos, navegadores e carros, principalmente por causa das subidas e descidas muito íngremes. Uma das melhores coisas dessas provas é o ambiente de camaradagem e amizade entre os participantes. Os laços que se criam são muito fortes e duradouros”. Prova Noturna, Categoria Classic 1) 20-Manoel Alfredo Cintra/Pedro Lambiasi (Ford Escort XR3 Conversível 1985), 42 pontos perdidos 2) 5-Américo Nesti/Danilo Nunes (BMW 320 1976), 50 3) 22-Mário Lott/Daniel Lott (BMW 318 Ti Compact 1995), 88 4) 17-Ilda Menini/Eduardo Menini (Adamo CRX 1986), 137 5) 18-Júlio Areia/Maria Letícia (Mercedes-Benz 280 CE 1984), 166 6) 13-Fernando Pimentel/Maria de Fátima (Mercedes-Benz 500 SL 1993), 255 7) 21-Manoel Felix Cintra/Miriam Cintra (Porsche 911 Carrera 1994), 357 8) 8-Carlos Henrique Dantas/Gustavo Henrique (VW Fusca 1974), 1.996 9) 6-Ricardo Carmona/Itagiba Mariano (DKW Vemaguet 1967), 6.120 10) 7-Antônio Herrmann (BMW 520), 7.592 Prova Noturna, Categoria Livre 1) 25-Hamza El Moumen/Sofia Salomão (Mercedes-Benz SL 500 1995), 13 pontos perdidos 2) 1-Fernando Leibel/Adriano Braz (Mercedes-Benz 450 SL 1974), 14 3) 2-Antônio Marcucci/Ana Cláudia (Puma GTS 1974), 21 4) 4-Alexandre Penna/Thais Salles (Puma GTE 1977), 29 5) 9-Carlos Tardini/Gilberto Sundefeld (MG B 1974), 59 6) 10-Dirk Rosenfeld/Helo¡sa Gurgel (VW Fusca 1986), 1.394 7) 16-Heitor Nogueira/Suelen Pereira (Mercedes-Benz 280 SL 1981), 2.550 8) 23-Paulo Marte/Valéria Theodoro (Mercedes-Benz 500 SEC 1983), 4.933 9) 19-Luís Fernando Mariano/José Eduardo (VW Fusca 1984), 5.745 Prova Diurna, Categoria Classic 1) 20-Manoel Alfredo Cintra/Pedro Lambiasi (Ford Escort XR3 Conversível 1985), 62 pontos perdidos 2) 13-Fernando Pimentel/Maria de Fátima (Mercedes-Benz 500 SL 1993), 148 3) 22-Mário Lott/Daniel Lott (BMW 318 Ti Compact 1995), 167 4) 18-Júlio Areia/Maria Letícia (Mercedes-Benz 280 CE 1984), 192 5) 5-Américo Nesti/Danilo Nunes (BMW 320 1976), 231 6) 21-Manoel Felix Cintra/Miriam Cintra (Porsche 911 Carrera 1994), 289 7) 8-Carlos Henrique Dantas/Bruno Mello (VW Fusca 1974), 317 8) 17-Ilda Menini/Eduardo Menini (Adamo CRX 1986), 409 9) 12-Eduardo Azevedo/Cecília Azevedo (MG B 1969), 438 10) 7-Antonio Herrmann (BMW 520), 3.149 Prova Diurna, Categoria Livre 1) 1-Fernando Leibel/Adriano Braz (Mercedes-Benz 450 SL 1974), 26 2) 9-Carlos Tardini/Gilberto Sundefeld (MG B 1974), 36 3) 2-Antônio Marcucci/Ana Cláudia (Puma GTS 1974), 43 4) 25-Hamza El Moumen/Sofia Salomão (Mercedes-Benz SL 500 1995), 61 5) 4-Alexandre Penna/Thais Salles (Puma GTE 1977), 105 6) 19-Luís Fernando Mariano/José Eduardo (VW Fusca 1984), 143 7) 16-Heitor Nogueira/Suelen Pereira (Mercedes-Benz 280 SL 1981), 147 8) 23-Paulo Marte/Valéria Theodoro (Mercedes-Benz 500 SEC 1983), 274 9) 10-Dirk Rosenfeld/Helo¡sa Gurgel (VW Fusca 1986), 548 10) 15-Gilberto Finardi/Magali Ferreira (MG B Roadster 1969), 624 11) 3-Adhemar Dizioli/Maria Cecilia Barbosa (BMW E30 1990), 798 12) 11-Edgard Saigh/Christine Ting (Porsche 911 Carrera 1995), 7.997 13) 26-Gilbert Landsberg/Maria Raquel (Jaguar Mk2 1962), 9.619 14) 28-Paulo Lomba/Sandra Perrone (Ford Mustang 1965), 11.791 15) 24-Rose Salmon/Herve Salmon (Bentley Continental 1991), 13.018 16) 27-Mário Cezar de Andrade/Eileen Cezar de Andrade (Jaguar XK8 1999), 14.263 O Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú 2022, 108º raid de regularidade organizado pelo MG Club do Brasil, teve apoio da Pousada do Quilombo e do restaurante Oliq, ambos em São Bento do Sapucaí. Sobre o MG Club do Brasil Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo carros clássicos de qualquer modelo. O clube organiza raids de regularidade e passeios como as 1000 Milhas Históricas Brasileiras, Raid de Campos do Jordão e Raid da Serra do Mar. Por serem concebidos para carros clássicos, esses raids percorrem boas estradas, paisagens agradáveis e incluem visitas a pontos de interesse cultural e histórico. Todos os sábados, o MG Club do Brasil promove encontros informais entre os associados, nos quais o antigomobilismo é o assunto predominante. Também acontecem na sede social (localizada na Vila Romana, zona oeste de São Paulo) eventos temáticos e homenagens a personalidades do automobilismo. O local possui um acervo de publicações automobilísticas disponível aos sócios para consulta. Siga o MG Club do Brasil Site: mgcbr.com.br Instagram: instagram.com/mgcbr Facebook: facebook.com/mgclubdobrasil Assessoria de Imprensa LetraNova Comunicação Luiz Alberto Pandini - (11) 99122-6260 Estela Craveiro - (13) 99644-0628

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Cenas do Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú 2022
- fotos: Guazzi Images/MG Club do Brasil - clique nas imagens para ampliar e ver legendas

Raid Campos do Jordão - Pedra do Baú tem automóveis de 12 marcas lutando pela vitória

02/12/2022 - Começa nesta sexta-feira (2/12) o Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú, que encerra a temporada 2022 do MG Club do Brasil. A largada da prova noturna acontecerá às 19:00 na Pousada do Quilombo, mesmo local de onde os competidores sairão para a prova diurna deste sábado (3) a partir das 10:00. A lista de inscritos apresenta 28 automóveis de 12 marcas lutando pela vitória em duas categorias: Rallye Classic (em que a navegação deve ser feita somente com instrumentos como cronômetro de mão digital ou analógico, calculadora de quatro operações, hodômetro e velocímetro originais do automóvel) e Rallye Livre (em que é permitido o uso de celular e tablet com aplicativos tipo GPS e planilhas digitais). A marca com maior número de representantes é a Mercedes-Benz, com sete duplas inscritas, seguida pela BMW, MG e Volkswagen, cada uma com três carros na prova. Ford, Jaguar, Porsche e Puma têm dois carros cada. Com um automóvel inscrito, aparecem Adamo, Bentley, Bianco e DKW-Vemag. É notável a quantidade de automóveis fabricados no Brasil inscritos neste raid: três VW Fusca, dois Pumas (um GTE cupê e um GTS conversível), uma perua DKW Vemaguet, um Ford Escort conversível, um Bianco S e um Adamo CRX. Tanto o carro mais antigo quanto o mais novo são da marca Jaguar - Mk2 1962 e KX8 1999. Para equilibrar ainda mais a competição, o MG Club do Brasil aplica um handicap apurado de acordo com o ano de fabricação e a cilindrada do motor do automóvel. O primeiro acrescenta um porcentual aos pontos perdidos por atraso ou adiantamento nas passagens pelos pontos de marcação, na seguinte escala: veículos produzidos até 1950, handicap zero; de 1951 a 1957, 15%; de 1958 a 1964, 20%; de 1965 a 1971, 25%; de 1972 a 1978, 30%; de 1979 a 1985, 40%; de 1986 a 1992, 55%; de 1993 a 1999, 70%. O handicap por cilindrada é zero para carros com motor até 1.300 cm³, 10% para carros com motor de 1.301 a 1.900 cm³ e 20% se o motor tiver mais de 1.901 cm³. O handicap de cada participante é a soma dos dois anteriores. Isso significa que o handicap a ser aplicado varia de zero (veículo até 1950 com motor até 1.300 cm³) a 90% (veículo de 1993 a 1999 com motor acima de 1.901 cm³). Um exemplo prático: se uma dupla perder 100 pontos na estrada e seu carro tiver handicap de 40% (fabricação+cilindrada), terá atribuídos 140 pontos no resultado final. O raid Campos do Jordão – Pedra do Baú é um passeio cronometrado no qual o objetivo é manter a regularidade nas médias horárias. Além de proporcionar oportunidades de colocar os carros clássicos na estrada, os raids promovidos pelo MG Club do Brasil são conhecidos pelo caráter amigável dos eventos. As duas provas são independentes: cada uma premiará os melhores colocados nas categorias Classic e Livre. A prova tem apoio da Pousada do Quilombo e do restaurante Oliq, ambos em São Bento do Sapucaí. Sobre o MG Club do Brasil Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo carros clássicos de qualquer modelo. O clube organiza raids de regularidade e passeios como as 1000 Milhas Históricas Brasileiras, Raid de Campos do Jordão e Raid da Serra do Mar. Por serem concebidos para carros clássicos, esses raids percorrem boas estradas, paisagens agradáveis e incluem visitas a pontos de interesse cultural e histórico. Todos os sábados, o MG Club do Brasil promove encontros informais entre os associados, nos quais o antigomobilismo é o assunto predominante. Também acontecem na sede social (localizada na Vila Romana, zona oeste de São Paulo) eventos temáticos e homenagens a personalidades do automobilismo. O local possui um acervo de publicações automobilísticas disponível aos sócios para consulta. Siga o MG Club do Brasil Site: mgcbr.com.br Instagram: instagram.com/mgcbr Facebook: facebook.com/mgclubdobrasil Assessoria de Imprensa LetraNova Comunicação Luiz Alberto Pandini - (11) 99122-6260 Estela Craveiro - (13) 99644-0628

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Mercedes-Benz são os mais numerosos: sete inscritos - (Guazzi Images/MG Club do Brasil)

Veja alguns  dos modelos que estão no Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú
- fotos: Guazzi Images e acervo do MG Club do Brasil - clique nas imagens para ampliar

Restaurante Oliq recebe participantes do Raid Campos do Jordão - Pedra do Baú

01/12/2022 - O Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú 2022 terá um novo parceiro. No sábado, 3 de dezembro, os participantes do 108º raid para carros clássicos organizado pelo MG Club do Brasil serão recepcionados em almoço no Restaurante Oliq, em São Bento do Sapucaí. Será o ponto de chegada da fase diurna da prova – antes dela, haverá uma prova noturna na sexta-feira (2). As largadas acontecerão na Pousada do Quilombro, em São Bento do Sapucaí, às 19:00 na sexta e às 10:00 no sábado. Os raids do MG Club do Brasil são passeios cronometrados nos quais as duplas perdem um ponto para cada segundo adiantado ou atrasado nos postos de controle em relação ao tempo previsto no roteiro, ou 600 pontos por posto de controle que não registre passagem do concorrente. À pontuação final é acrescido o handicap, que vai de 0% para carros feitos até 1950 com motor de até 1.300 cm³ a 90% para modelos de 1993 a 1999 com motores acima de 1.901 cm³. Vence o raid a dupla que acumular menos pontos perdidos. O restaurante Oliq fica na fazenda onde é produzido artesanalmente o azeite extravirgem homônimo. A paixão por cultivar oliveiras reuniu três produtores e amigos, que prezam não só pela excelência dos produtos, mas também pela preservação da Mantiqueira e de sua cultura. Assim nasceu Oliq, um azeite extravirgem produzido artesanalmente em São Bento do Sapucaí. O plantio teve início em 2003 na Fazenda São José do Coimbra com Cristina Gonçalves Vicentin, que herdou as terras de seu avô. Lembrando-se da época em que, na região, eram relativamente comuns pomares de azeitonas, Cristina conseguiu reunir mudas desses antigos pomares e plantou seu primeiro talhão. Em 2009, convenceu seus amigos Vera Masagão Ribeiro e Antônio Gomes Batista a fazerem também o mesmo na Fazenda Santo Antônio do Bugre. Atualmente, o pomar, que abrange as duas fazendas, soma cerca de 13 mil pés de oliveiras de diversos tipos, como arbequina, arbosana, grappolo, maria da fé, koroneiki, coratina e uma que provavelmente é a galega, que foi apelidada de “bicudinha”. Essas variedades se adaptaram bem às condições do solo e do clima da região da Mantiqueira, resultando em azeites varietais e “blends” muito saborosos. Para a extração do azeite, os sócios-proprietários investiram em maquinários e construíram um lagar, local onde a parte líquida é separada da parte sólida, utilizando toda a tecnologia necessária para obter um produto de qualidade. Em 2014, Oliq teve sua primeira extração de azeite extravirgem, ou seja, um azeite com acidez menor que 0,2%, qualidades sensoriais e nenhum defeito. Além dos azeites de oliva, também são produzidos na fazenda azeites de abacate, geleias, doce de leite e café. A Fazenda é aberta para visitas, onde é possível fazer uma visita guiada para conhecer todo o processo de cultivo e processamento das olivas, além de fazer uma degustação dos azeites da safra e adquirir os produtos produzidos no local. Ali também funciona o Restaurante Oliq, que oferece um cardápio que integra a culinária tradicional caipira, da Paulistânia, à milenar cultura do azeite, originária do Mediterrâneo. Os pratos são primorosos, com opções de carnes, peixes, massas e veganos. No bar, destacam-se as cartas de vinhos e cervejas artesanais da Mantiqueira, e drinks que, como os pratos, exploram ingredientes frescos cultivados na própria fazenda. OLIQ Endereço: Estrada para o Cantagalo, km 8, São Bento do Sapucaí – SP Horário de funcionamento: de quinta a segunda, das 10h às 17h Contato: (35) 99988 9926 Email: oliq@oliq.com.br Site: www.oliq.com.br Instagram: oliq_azeite MG Club do Brasil Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo proprietários de carros clássicos de qualquer modelo. O clube organiza raids de regularidade e passeios como as 1000 Milhas Históricas Brasileiras, Raid de Campos do Jordão e Raid da Serra do Mar. Por serem concebidos para carros clássicos, esses raids percorrem boas estradas, paisagens agradáveis e incluem visitas a pontos de interesse cultural e histórico. Todos os sábados, o MG Club do Brasil promove encontros informais entre os associados, nos quais o antigomobilismo é o assunto predominante. Também acontecem na sede social (localizada na Vila Romana, zona oeste de São Paulo) eventos temáticos e homenagens a personalidades do automobilismo. O local possui um acervo de publicações automobilísticas disponível aos sócios para consulta. Para saber mais: www.mgcbr.com.br. LetraNova Comunicação Assessoria de imprensa – MG Club do Brasil Luiz Alberto Pandini - (11) 99122-6260 - pandini@letranova.com.br Estela Craveiro (13) 99644-0628 - estelacraveiro@uol.com.br Coste Comunicação Assessoria de Imprensa - Oliq Rafaella Teixeira (12) 99704-6508 https://www.costecomunicacao.com.br/

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Confira cenas do Raid Campos do Jordão - Pedra do Baú 2021e da Pousada do Quilombo
- fotos: Guazzi Images e Divulgação/Pousada do Quilombo - clique nas imagens para ampliar

Pousada do Quilombo volta a ser a base do Raid Campos do Jordão - Pedra do Baú

01/12/2022 - Pelo segundo ano consecutivo, a Pousada do Quilombo será a base do Raid Campos do Jordão – Edição Pedra do Baú. O 108º raid para carros clássicos organizado pelo MG Club do Brasil acontecerá neste fim de semana (de 2 a 4 de dezembro) e terá duas provas: uma noturna na sexta-feira e uma diurna no sábado. Estão inscritos vinte e oito carros nacionais e importados fabricados entre 1962 e 1999. Com vista para o complexo rochoso da Pedra do Baú e para as montanhas do sul de Minas Gerais, Nesse cenário especial, em meio a 170.000 m² de área verde, partirão (a intervalos de um minuto) os belos automóveis clássicos inscritos para o passeio cronometrado noturno às 19 horas de sexta-feira, 2, e o passeio diurno a partir das 10 horas no sábado, 3. Criada há 20 anos, a Pousada do Quilombo é um templo de lazer e bem estar. Sua sofisticação rústica combina com a elegância dos carros que lá estarão. As 40 acomodações encantam pela charmosa decoração, e todas têm lareiras. A Vila Margot reúne 12 delas, para adultos e adolescentes a partir de 14 anos. E algumas podem receber animais de estimação. Para quem busca atividade, a pousada tem piscinas, academia, quadras poliesportivas, salão de jogos, recreação infantil, trilha de dois mil metros para caminhada, tirolesa de 250 metros, e a Baú Ecoturismo, agência que oferece passeios de aventura na cidade. Para quem deseja relaxar, a opção é o Spa Sequóia, com um menu de serviços que vai de tratamentos terapêuticos e estéticos a banhos de ofurô, passando por massagens, drenagem linfática e esfoliação. E há sauna e banheira Jacuzzi, além de espaços para meditação e yoga. As refeições são servidas no Restaurante Trincheira, assim chamado em referência à trincheira que existiu no local na Revolução de 32. Massas, carnes, aves e peixes dão base ao cardápio de culinárias brasileira e italiana, que inclui pratos vegetarianos, sem glúten e sem lactose. Para animação de dia e tranquilidade à noite há o Bar da Piscina. Para pausas, há o Dona Mariquinha, um mix de café, empório, loja de arte e artesanato. E para visitar há o Museu da Revolução, com artefatos desse momento histórico paulista, o Ateliê Lígia Vignon Cerâmica e o Ateliê Nico Mosaicos. Depois do jantar de premiação no Trincheira, na noite de sábado, 3, os participantes do Raid Campos do Jordão – Edição Pedra do Baú ainda poderão aproveitar os prazeres proporcionados pela Pousada do Quilombo até domingo, 4, dia livre na programação. Aí quem manda é a vontade de cada um. O que não falta é o que fazer, mesmo se o que se queira seja fazer nada. Para saber mais: www.pousadadoquilombo.com.br. MG Club do Brasil Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo proprietários de carros clássicos de qualquer modelo. O clube organiza raids de regularidade e passeios como as 1000 Milhas Históricas Brasileiras, Raid de Campos do Jordão e Raid da Serra do Mar. Por serem concebidos para carros clássicos, esses raids percorrem boas estradas, paisagens agradáveis e incluem visitas a pontos de interesse cultural e histórico. Todos os sábados, o MG Club do Brasil promove encontros informais entre os associados, nos quais o antigomobilismo é o assunto predominante. Também acontecem na sede social (localizada na Vila Romana, zona oeste de São Paulo) eventos temáticos e homenagens a personalidades do automobilismo. O local possui um acervo de publicações automobilísticas disponível aos sócios para consulta. Para saber mais: www.mgcbr.com.br. LetraNova Comunicação Contatos: Luiz Alberto Pandini - (11) 99122-6260 - pandini@letranova.com.br Estela Craveiro (13) 99644-0628 - estelacraveiro@uol.com.br

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Confira cenas do Raid Campos do Jordão - Pedra do Baú 2021e da Pousada do Quilombo
- fotos: Guazzi Images e Divulgação/Pousada do Quilombo - clique nas imagens para ampliar

Vista aérea da Pousada do Quilombo

Raid Campos do Jordão - Pedra do Baú
terá novo regulamento

28/11/2022 - Está tudo pronto para o Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú, 108º raid organizado pelo MG Club do Brasil para carros clássicos. O passeio cronometrado que encerra o calendário de eventos do MG Club do Brasil em 2022 acontecerá de 2 a 4 de dezembro e terá um raid noturno na sexta-feira (2) e um diurno no sábado (3), com o último dia sendo de programação livre. Como todos os eventos promovidos pelo MG Club do Brasil, o Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú é um encontro amigável, no qual a competição de regularidade é apenas um dos elementos de interesse. Várias duplas de piloto e navegador são compostas por pessoas da mesma família. O raid é aberto a carros fabricados até 1999, importados ou nacionais. Automóveis produzidos de 2000 em diante participam na categoria Turismo como “hors concours”, não se integrando à classificação geral do evento. As principais mudanças no regulamento dizem respeito à separação dos concorrentes em duas categorias. Na Rally Clássico, a navegação deve ser feita somente com instrumentos como cronômetro e calculadora de quatro operações, cronômetro de mão (digital ou analógico), hodômetro e velocímetro originais do automóvel. São vedados auxílios de celular ou tablet, sob pena de desclassificação. Na Rally Livre, é permitido o uso de celular e tablet com aplicativos tipo GPS e planilhas digitais. As duplas perdem um ponto para cada segundo adiantado ou atrasado nos postos de controle em relação ao tempo previsto no roteiro dos passeios, ou 600 pontos por posto de controle que não registre passagem do concorrente. Todas as duplas descartam o equivalente a 10% do número de postos de controle pelos quais passarem com os maiores atrasos. À pontuação final é acrescido o handicap, que vai de 0% para carros feitos até 1950 com motor de até 1.300 cm³ a 90% para modelos de 1993 a 1999 com motores acima de 1.901 cm³. Novo handicap A mudança de handicap é uma das novidades do regulamento do MG Club do Brasil deste ano. Em 2021, ele levava em conta unicamente a época em que o carro foi fabricado. Nesta edição do Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú, o regulamento volta a incluir também o handicap de cilindrada: zero para carros com motor até 1.300 cm³, 10% para carros com motor de 1.301 a 1.900 cm³ e 20% se o motor tiver mais de 1.901 cm³. O handicap por fase de fabricação permanece inalterado: veículos até 1950, handicap zero; de 1951 a 1957, 15%; de 1958 a 1964, 20%; de 1965 a 1971, 25%; de 1972 a 1978, 30%; de 1979 a 1985, 40%; de 1986 a 1992, 55%; de 1993 a 1999, 70%. Isso significa que o handicap a ser aplicado varia de zero (veículo até 1950 com motor até 1.300 cm³) a 90% (veículo de 1993 a 1999 com motor acima de 1.901 cm³). Um exemplo prático: se uma dupla perder 100 pontos na estrada e seu carro tiver handicap de 40% (fabricação+cilindrada), terá atribuídos 140 pontos no resultado final. Para mais informações sobre o Rallye de Campos do Jordão, acesse mgcbr.com.br RESTAURANTE OLIQ, parceiro do Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú 2022 O Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú 2022 tem apoio do Restaurante Oliq. Localizado em São Bento do Sapucaí, o restaurante fica na fazenda onde é produzido artesanalmente o azeite extravirgem Oliq, com cardápio que integra a culinária tradicional caipira, da Paulistânia, à milenar cultura do azeite, originária do Mediterrâneo. Os pratos exploram ingredientes frescos cultivados na própria fazenda. Para saber mais sobre o Oliq, acesse o site www.oliq.com.br ou o perfil @oliq_azeite no Instagram. Sobre o MG Club do Brasil Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo carros clássicos de qualquer modelo. O clube organiza raids de regularidade e passeios como as 1000 Milhas Históricas Brasileiras, Raid de Campos do Jordão e Raid da Serra do Mar. Por serem concebidos para carros clássicos, esses raids percorrem boas estradas, paisagens agradáveis e incluem visitas a pontos de interesse cultural e histórico. Todos os sábados, o MG Club do Brasil promove encontros informais entre os associados, nos quais o antigomobilismo é o assunto predominante. Também acontecem na sede social (localizada na Vila Romana, zona oeste de São Paulo) eventos temáticos e homenagens a personalidades do automobilismo. O local possui um acervo de publicações automobilísticas disponível aos sócios para consulta. Siga o MG Club do Brasil Instagram: instagram.com/mgcbr Facebook: facebook.com/mgclubdobrasil Assessoria de Imprensa LetraNova Comunicação Luiz Alberto Pandini - (11) 99122-6260 Estela Craveiro - (13) 99644-0628

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Confira cenas do Raid Campos do Jordão - Pedra do Baú 2021e do Restaurante Oliq, produtor de azeite da Mantiqueira
- fotos: Guazzi Images e Divulgação/Oliq - clique nas imagens para ampliar

Rally do Whisky reuniu 40 automóveis
clássicos no interior paulista

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Prova válida pelo Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade
Histórica teve parada em Itatiba e terminou em Jundiaí

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25/09/2022 - O Rally do Whisky, realizado pelo MG Club do Brasil, em 24 de setembro, com percurso de 165 quilômetros entre Araraçariguama, na Grande São Paulo, e a Fazenda Montanhas do Japi, em Jundiaí, no interior paulista, marcou um momento histórico para o clube. Pela primeira vez, ele teve uma prova válida pelo Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade Histórica promovido pela FBVA (Federação Brasileira de Veículos Antigos). Disputado por 40 automóveis clássicos de 13 marcas diferentes, entre nacionais e estrangeiros, e mais um da categoria Turismo (com menos de 30 anos de fabricação), o Rally do Whisky foi uma prova de regularidade diferente para os frequentadores dos passeios cronometrados do MG Club do Brasil por seguir normas esportivas da Confederação Brasileira de Rally (CBR) – por exemplo, a média máxima de 80 km/h em todo o percurso, factível para qualquer automóvel independentemente do tipo e do ano de fabricação. O Rally do Whisky 2022 também foi diferente por ter sido inteiramente disputado em rodovias expressas, sem passagens por estradas vicinais ou secundárias. Na categoria Pro, a vitória ficou com Claus Hoppen e Luiz Durval Brenelli de Paiva, com um Envemo Super 90 1982. Na Clássicos, venceram Reinaldo Ismael Morilha e Marcelo Siqueira Gios (Triumph TR3A 1959), na classe Pós-Guerra; Auro Moura Andrade e Camila Moura Andrade (Mercedes-Benz 280 SL 1970), na Contemporâneos I; Ricardo Prado Santos e Américo Sammarone (Alfa Romeo Spider 2000 1974), na Contemporâneos II; Adílson Baher e Rosane Franz Ziese Baher (VW Voyage 1983), na Contemporâneos III. Além dos 40 carros admitidos nas classes mencionadas, o Rally do Whisky teve um participante na Turismo, aberta a modelos com menos de 30 anos de fabricação e que fazem o percurso sem concorrer a pontos ou troféus: Luís Emiliano Zagonel Ciruelos e Luciane Valaschenski Ciruelos (Mercedes-Benz CLK 1998). “Foi uma prova com 80% de navegação e 20% de pilotagem”, afirma Claus Hoppen, piloto da dupla vencedora da Pro. O navegador Luiz Durval discorda. “Em autoestrada, o piloto tem que saber o que está vindo atrás, o que está à na frente... Esse equilíbrio faz toda a diferença. As rodovias são boas, mas o tráfego é intenso”. Ambos concordam que o que pode parece fácil se torna difícil. “Prova em rodovia é mais complicada. A experiência às vezes fala mais alto em provas difíceis em estradas vicinais e em roteiros fora dos centros urbanos. Se você consegue resolver o problema, está na frente. Uma prova muito equilibrada, como foi essa, é decidida nos detalhes”, explica o navegador. E foi justamente isso que acrescentou ainda mais valor ao Rally do Whisky. “Os participantes da Pro usam equipamentos de navegação. Os da Clássicos usam equipamentos originais do carro: velocímetro, hodômetro e só cronômetro de mão. Essa separação por categoria torna o meio de campo competitivo. Fica todo mundo feliz porque um monte de gente é premiada. O campeonato fica acirrado. E nós temos surpresas muito boas nos resultados”, diz Manoel Cintra, diretor esportivo do MG Club do Brasil, responsável pela organização do Rally do Whisky. “Foi um rally muito bom”, avalia Fernando Pimentel, presidente do MG Club do Brasil, que foi fundado em 1983 e é aberto a veículos de quaisquer marcas. “O tempo ajudou, foi um dia maravilhoso, e conseguimos realizar o que estava planejado para 2020, mas foi inviabilizado pela pandemia de covid-19.” O Rally do Whisky atraiu participantes de Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Bahia, além de São Paulo, base do clube. “Dá muita satisfação ver as pessoas saindo do rally alegres, felizes por terem participado de em evento que para eles foi bom”, comenta Americo Nesti, diretor de comunicação do MG Club. PRIMEIRA VEZ - Para a Federação Brasileira de Veículos Antigos, a prova também marca um momento histórico. “Estamos bastante satisfeitos com essa parceria. É muito bom contar com a expertise do MG Club. É um dos clubes mais importantes e tradicionais, e que mais realizou provas de rally. Foi uma grande prova!”, diz Marcelo Mantelli, vice-presidente técnico da FBVA. Como sempre nos passeios cronometrados do clube, atrativos culturais, históricos e naturais fizeram parte do roteiro, que teve parada em Itatiba para visita à Catedral do Whisky, uma das maiores coleções mundiais de garrafas da bebida, inspiração para o nome da prova, e terminou no bucólico restaurante Montanhas do Japi, localizado em uma fazenda em Jundiaí. Pimentel ressalta o passo à frente que significa a prova ser válida pelo campeonato da FBVA: “É muito importante para nós. A federação reúne mais de 200 clubes, ganhamos visibilidade”. Manoel Cintra observa a evolução da federação e do clube nos últimos anos: “Foi muito bom para nós essa integração com a FBVA, a oportunidade de apresentar a capacidade do clube, mostrar nossas raízes.” A expectativa é que a parceria renda novos frutos para todos, com sócios do MG Club disputando outras provas do Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade Histórica, e participantes dessa competição voltando para outras provas do MG Club. “Participar de rally é assim: você faz um, gosta, volta e começa a voltar seus amigos”, explica Americo. “Eu recomendo”, completa Marcelo Mantelli. RESULTADO DO RALLY DO WHISKY 2022 COLOCAÇÃO, NÚMERO, PENALIZAÇÃO, TOTAL DE PONTOS PERDIDOS, COMPETIDORES, CARRO PÓS-GUERRA 1º 10 0 166 Reinaldo Ismael Morilha / Marcelo Siqueira Gios – Triumph TR3A 1959 2º 9 0 795 Gerolamo Ometto Nardin – Jaguar MK IV 1948 CONTEMPORÂNEOS I 1º 14 0 159 Auro Moura Andrade / Camila Moura Andrade – Mercedes-Benz 280SL 1970 2º 12 0 308 Luiz Gustavo Rosset / Mariana Boscoli Rosset – Mercedes-Benz SE 250 1967 3º 11 0 630 Alexandre Furcolin / Denise Furcolin – Mercedes-Benz 230 S 1966 CONTEMPORÂNEOS II 1º 20 0 43 Ricardo Prado Santos / Americo Sammarone – Alfa Romeo Spider 2000 1974 2º 27 0 53 Daniel Curcio Lott Guimarães / Mario Lott Guimarães Filho – Mercedes-Benz 450 SLC 1976 3º 28 0 60 Americo Nesti / Henrique Dantas de Carvalho – BMW 320 1976 4º 30 0 69 Davide Margelli / Leonardo Forestieri – Fiat 147 1979 5º 19 0 108 Arno Duarte Filho / Jorge Luiz de Carvalho – Puma GTS 1974 6º 31 0 124 Luis Eduardo Serra Netto / Isadora Serra Netto – Fiat 147 1979 7º 16 0 151 Mauricio Augusto Marx / Helena Ultramar – BMW 2002 1971 8º 21 0 152 Carlos Henrique Tardini / Gilberto Sundefeld Junior – MG MGB -Roadster 1974 9º 26 0 221 Paulo Mercadante / Valeria Pulfer – Mercedes-Benz 280 SL 1976 10º 23 0 236 Guilherme Augusto Marx / Joao Olivato Franco Leal – Mercedes-Benz W116 1974 11º 25 0 301 Gustavo / Leda Maria Plaça Tannuri – Porsche 911 TARGA 1975 12º 24 0 493 Ronaldo Redivo / Victor Pedro Redivo – Puma GTE 1975 13º 22 0 517 Antonio Herrmann de Andrade / Naila Herrmann de Andrade – BMW 520 I 1973 14º 29 0 578 Carlos de Azevedo Antunes / Rafael de Azevedo Antunes – Porsche 911 TARGA 1977 15º 17 0 630 Franco Funk / Alexandre Bezerra Galindo – Mercedes-Benz W114 1972 16º 18 0 795 Carlos Alberto Costa / Solange M P S Costa – Jaguar XJ6 1973 17º 15 0 795 Hartwig Hellner / Renata Hellner – Rover P5 1971 CONTEMPORÂNEOS III 1º 32 0 20 Adilson Baher / Rosane Franz Ziese Baher – VW Voyage 1983 2º 37 0 29 Mauricio Camilli Landmann / Gilmar Zanini – Mercedes-Benz 190 E 1990 3º 34 0 112 Fernando Vieira Pimentel / Maria de Fátima Pimentel – Mercedes-Benz 190 E 2.3-16 1985 4º 33 0 119 Daniel Cunha / Rodrigo Ghiggi – Porsche 928 S 1984 5º 39 0 178 Antonio de Lima Chambel Filho / Paulo Dante Martinelli – Mercedes-Benz 300 CE24 1992 6º 36 0 217 Luis Vital de S R Vettorazzo / Felipe Gallo Vettorazzo – Mercedes-Benz 300 CE 1990 7º 38 0 312 Luiz Vicente de Azevedo / Renato Teodoro Goebel – Mercedes-Benz 300CE24 1991 8º 35 0 559 Paulo Sergio Bodini / Arianne dos Santos Bodini – Mercedes-Benz 420 SEL 1989 9º 42 0 737 Frederico Paiva de Almeida Prado / Priscilla Rocha de Almeida Prado – Mercedes-Benz 500 SEC 1982 PRÓ 1º 5 0 8 Claus Hoppen / Luiz Durval Brenelli de Paiva – Envemo S- 90 1982 2º 3 0 17 Fernando Leibel / Adriano Braz – Mercedes-Benz 450 SL 3º 4 0 18 Antonio Marcucci / Ana Claudia Assunção – Puma GTS 1974 4º 8 0 74 Luiz Tavares Guerreiro / Vera Leite Tavares Guerreiro – VW Voyage 1986 5º 1 0 86 Manoel Felix Cintra Neto / Manoel Alfredo Cintra – MG B GT 1967 6º 2 0 143 Ernesto George Paglia / Sandra Annenberg – MG C GT 1968 7º 7 0 512 Luis Fernando Prieto Mariano / Jose Eduardo Prieto Mariano – VW Fusca 1984 8º 6 0 515 Paulo Cornado Marte Filho / Valeria Theodoro – Puma GTB S2 1983 TURISMO 1º 40 0 165 Luis Emiliano Zagonel Ciruelos / Luciane Valaschenski Ciruelos – Mercedes-Benz CLK 1998 Assessoria de Imprensa LetraNova Comunicação Luiz Alberto Pandini - (11) 99122-6260 Estela Craveiro - (13) 99644-0628

Confira cenas do Rally do Whisky
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Rally do Whisky: Mercedes-Benz
predomina na lista de inscritos

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23/09/2022 - Pelo menos em um quesito, já é possível apontar uma vencedora do Rally do Whisky, prova organizada pelo MG Club do Brasil que acontecerá neste sábado (24 de setembro) com largada às 9:00 no estacionamento do Ecoparada Madero (km 44 da Rodovia Presidente Castello branco, em Araçariguama-SP). A Mercedes-Benz será a marca representada com o maior número de participantes: 15 automóveis. MG e a Puma terão quatro unidades cada. No total, a lista de inscritos tem 42 duplas de piloto e navegador a bordo de 13 diferentes marcas de carros. O Rally do Whisky será válido pelo Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade Histórica promovido pela FBVA (Federação Brasileira de Veículos Antigos). Os participantes sairão do Eco Madero, farão uma parada para visita à Catedral do Whisky (o ponto que inspirou o nome da prova), uma das maiores coleções mundiais de garrafas da bebida, em Itatiba, e de lá seguirão para o restaurante Montanhas do Japi, em Jundiaí. Uma das atrações nos rallyes de regularidade para carros clássicos é a mistura de veículos de marcas estrangeiras tradicionais como Mercedes-Benz, Porsche, Jaguar, BMW e Alfa Romeo, com modelos nacionais que atualmente são pouco vistos em vias públicas. O Rally do Whisky terá dez carros fabricados no Brasil, das marcas Puma (quatro, modelos GTB, GTE e GTS), Volkswagen (três, modelos Fusca e Voyage), Fiat (dois modelos 147) e Envemo (modelo S-90, réplica do Porsche 356). Por ser uma prova de regularidade em vias públicas, as médias exigidas ficam sempre dentro dos limites legais de velocidade. A habilidade da dupla piloto-navegador é o fator principal para conseguir um bom resultado, independentemente das características do automóvel. Para muitos, entretanto, o principal atrativo desse tipo de prova é o caráter amigável e a oportunidade de colocar o carro clássico na estrada, desfrutando de paisagens diferentes e visitando locais de interesse cultural ou histórico. O Rally do Whisky segue o regulamento da FBVA, que divide os participantes em duas categorias. Na Clássicos, os automóveis são subdivididos em cinco classes: Vintage & Pós-Vintage (fabricados até 1945), Pós-Guerra (modelos de 1946 a 1960), Contemporâneos I (1961 a 1970), Contemporâneos II (1971 a 1980) e Contemporâneos III (fabricados entre 1981 e o limite de 30 anos de fabricação – atualmente, 1992). Os participantes da Clássicos devem navegar utilizando somente cronômetros (mecânicos ou digitais), planilhas pré-impressas e calculadoras não programáveis e não modificadas. Na categoria Pro, o equipamento de navegação é livre e todos os modelos (obrigatoriamente fabricados há 30 anos ou mais) concorrem juntos. Sobre o MG Club do Brasil Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo proprietários de carros clássicos de qualquer modelo. O clube organiza raids de regularidade e passeios como as 1000 Milhas Históricas Brasileiras, Raid de Campos do Jordão e Raid da Serra do Mar. Por serem concebidos para carros clássicos, esses raids percorrem boas estradas, paisagens agradáveis e incluem visitas a pontos de interesse cultural e histórico. Todos os sábados, o MG Club do Brasil promove encontros informais entre os associados, nos quais o antigomobilismo é o assunto predominante. Também acontecem na sede social (localizada na Vila Romana, zona oeste de São Paulo) eventos temáticos e homenagens a personalidades do automobilismo. O local possui um acervo de publicações automobilísticas disponível aos sócios para consulta. Siga o MG Club do Brasil www.mgcbr.com.br www.instagram.com/mgcbr https://www.facebook.com/mgclubdobrasil Assessoria de Imprensa LetraNova Comunicação Luiz Alberto Pandini - (11) 99122-6260

Confira cenas de eventos anteriores do MG Club do Brasil
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Rally do Whisky-MG Club do Brasil dá
sequência ao Campeonato Brasileiro
de Rally de Regularidade Histórica

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15/09/2022 - O MG Club do Brasil promove no próximo dia 24 de setembro (sábado) o Rally do Whisky, 107º raid do clube multimarca de carros clássicos fundado em 1983 e sediado em São Paulo. Realizado pela terceira vez, o Rally do Whisky desta vez será válido como quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade Histórica organizado pela Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA). A largada do Rally do Whisky acontecerá às 9 horas da manhã no estacionamento do Ecoparada Madero, no km 44,5 da Rodovia Castelo Branco, com chegada do primeiro carro prevista para as 14 horas no restaurante Montanhas do Japi, em Jundiaí, onde acontecerá a cerimônia de premiação. O nome “Rally do Whisky” se deve à parada na Catedral do Whisky, uma das maiores coleções particulares da bebida do mundo. As edições anteriores do Rally do Whisky aconteceram em 2014 e 2017, mas esta será a primeira vez que ele será válido pelo Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade Histórica. Por isso, seguirá o regulamento da FBVA, diferente do utilizado pelo MG Club do Brasil, sendo aberta unicamente a carros clássicos (fabricados há 30 anos ou mais e com as características originais preservadas). Modelos mais recentes poderão acompanhar a prova sem direito a competir. Os participantes devem manter as médias horárias exigidas no roteiro e perdem pontos por atraso ou adiantamento. Vence o concorrente que perder menos pontos ao longo do percurso. No regulamento da FBVA, os participantes são divididos em duas categorias. Na Clássicos, os automóveis são subdivididos em cinco classes: Vintage & Pós-Vintage (fabricados até 1945), Pós-Guerra (modelos de 1946 a 1960), Contemporâneos I (1961 a 1970), Contemporâneos II (1971 a 1980) e Contemporâneos III (fabricados entre 1981 e o limite de 30 anos de fabricação – atualmente, 1992). Os participantes da Clássicos devem navegar utilizando somente cronômetros (mecânicos ou digitais), planilhas pré-impressas e calculadoras não programáveis e não modificadas. Na categoria Pro, o equipamento de navegação é livre e todos os modelos (obrigatoriamente fabricados há 30 anos ou mais) concorrem juntos. “O fato de valer pontos para o Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade Histórica faz esta prova ser um pouco diferente das outras que são organizadas pelo MG Club do Brasil. O espírito, entretanto, permanece o mesmo. É uma oportunidade de colocar os carros clássicos na estrada, ter uma competição amigável e confraternizar com outras pessoas que compartilham a paixão por carros históricos”, destaca Fernando Pimentel, presidente do MG Club do Brasil. “Estar no calendário da FBVA é motivo de orgulho para nós. O Rally do Whisky é uma prova sempre lembrada, apesar de ter acontecido poucas vezes. Ser válida para o Campeonato Brasileiro torna a edição deste ano ainda mais especial.” As inscrições para o Rally do Whisky podem ser feitas no site https://www.fbva.org.br/cbr-etapas.php e são efetivadas com o pagamento da taxa de R$ 850,00, que inclui o valor do almoço para a dupla. Sobre o MG Club do Brasil Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo proprietários de carros clássicos de qualquer modelo. O clube organiza raids de regularidade e passeios como as 1000 Milhas Históricas Brasileiras, Raid de Campos do Jordão e Raid da Serra do Mar. Por serem concebidos para carros clássicos, esses raids percorrem boas estradas, paisagens agradáveis e incluem visitas a pontos de interesse cultural e histórico. Todos os sábados, o MG Club do Brasil promove encontros informais entre os associados, nos quais o antigomobilismo é o assunto predominante. Também acontecem na sede social (localizada na Vila Romana, zona oeste de São Paulo) eventos temáticos e homenagens a personalidades do automobilismo. O local possui um acervo de publicações automobilísticas disponível aos sócios para consulta. Assessoria de Imprensa LetraNova Comunicação Luiz Alberto Pandini - (11) 99122-6260

Confira cenas de eventos anteriores do MG Club do Brasil
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1000 Milhas Históricas Brasileiras 2022 mesclou
esporte, entretenimento, história e cultura

O roteiro de passeios cronometrados de carros clássicos do MG Club do Brasil no interior paulista envolveu visitas a museus de automóveis e um passeio náutico no Tietê

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23/05/2022 - Com um Mercedes-Benz 450SL 1974, Fernando Leibel e Adriano Braz sagraram-se campeões da oitava edição das 1000 Milhas Históricas Brasileiras, realizada pelo MG Club do Brasil na região de São Carlos, Dourado, Bariri, Orlândia e Barra Bonita, no interior paulista, de 18 a 21 de maio, após terminarem o quarto e último passeio cronometrado desse raid de regularidade em segundo lugar. O título de vice-campeões ficou com os uruguaios Andres Buela e German Pagadizabal, que estrearam nas 1000 Milhas representando o Montevideo Classic Car Club, com um Alfa Romeo Spider de 1972 emprestado por um membro do clube brasileiro, após concluir a prova final na quarta colocação. E o terceiro lugar do pódio coube a José Luiz Gandini e Luiz Durval Brenelli de Paiva, que terminaram na terceira posição da última prova com seu Jaguar Mk II de 1967. A vitória do passeio final, no sábado, 21, coube aos estreantes Sydney Marcos Savi e Mariele Cristine Haas Savi que, com um BMW 2002 tii Competition 1974, acabaram as 1000 Milhas em quarto lugar, após percurso de 288 quilômetros entre o Santa Clara Eco Resort, base do evento, em Dourado, e Ribeirão Preto. Passando por Araraquara, o roteiro foi feito pelas principais rodovias da região, com muitas retas e possibilidade de desenvolvimento de boas velocidades. Homenagens Na cerimônia de premiação dos vencedores na noite de sábado, 21, o MG Club do Brasil fez algumas homenagens. Em momento de muita emoção no auditório do Santa Clara, foi realizada a entrega do Troféu Nassin Kalili (nome que homenageia um membro do MG Club do Brasil falecido em 2021) a Gerolamo Ometto Nardin, proprietário do carro mais antigo da prova, um Jaguar MK IV 1948. Andres Buela e German Pagadizabal receberam um prato de prata comemorativo pela amizade formada entre o MG Club do Brasil e o Montevideo Classic Car Club, que começou com a participação de membro do clube brasileiro em uma prova no Uruguai. Eles também receberam o Troféu Francisco Corazza (nome em homenagem ao sócio-fundador falecido em 2020) por serem a dupla a vir de mais longe, de Montevidéu, para participar das 1000 Milhas Históricas Brasileiras de 2022. E entregaram placa de homenagem do clube uruguaio a Fernando Pimentel, presidente do clube brasileiro. Pelo espírito esportivo, um segundo Troféu Francisco Corazza foi concedido à dupla formada por Manoel Felix Cintra Neto e Manoel Alfredo Cintra, que sofreu com um problema de motor em seu MG MGB Roadster 1963 no primeiro dia de prova, após poucos quilômetros na estrada. Pai e filho, eles levaram seu carro para consertar em uma oficina em São Paulo e retornaram a Dourado para largar no segundo passeio e terminar as 1000 Milhas em oitavo lugar. Roteiro histórico e cultural Disputada pela primeira vez em 2011, as 1000 Milhas Históricas Brasileiras servem ao objetivo do MG Club do Brasil de incentivar o uso de carros antigos por meio da promoção de passeios cronometrados com roteiros que mesclam oportunidades de ampliar o conhecimento sobre automóveis clássicos, história e cultura dos lugares por onde passa. Nos quatro dias da oitava edição, que teve 27 duplas inscritas, os participantes rodaram cerca de 1.600 quilômetros, parte dos quais foram trechos cronometrados. Eles visitaram o Museu Mário Fava, em Bariri, que conta a extraordinária viagem de um Ford T, do Rio de Janeiro a Nova York, de 1928 a 1938. Conheceram carruagens, máquinas agrícolas, caminhões e carros clássicos no Museu Agromen, em Orlândia. Ficaram encantados na visita a uma coleção particular de automóveis de todos os tempos. E fizeram um surpreendente passeio pelo rio Tietê, em Barra Bonita, a bordo do navio mercante Homero Kränenbühl, que o jornalista Carlos Nascimento transformou em um barco turístico, realizando um sonho de infância dele e do amigo Homero, falecido em 1991. O que eles disseram Fernando Leibel, piloto campeão: “Essa edição das 1000 Milhas Históricas Brasileiras foi um evento muito bom, pela competição, por ter a base no Santa Clara Eco Resort, pois a gente ia e voltava para o mesmo lugar, pudemos conviver mais com as pessoas. As visitas aos museus e o passeio de barco foram muito interessantes. A competição foi muito acirrada, com duplas muito boas. Qualquer um poderia ganhar. Tínhamos uns seis competidores com nível muito bom. Ganhamos porque fomos muito homogêneos, vencemos no segundo dia e terminamos os outros três em segundo lugar. Mas, pela realização e pelo sucesso do evento, todos nós somos vencedores.” Andres Buela, piloto vice-campeão: “Foi muito legal, nos sentimos muito bem, somos agradecidos pela forma como fomos recebidos, nos sentimos parte da turma. Conhecemos lugares que não teríamos conhecido de outra maneira, como as coleções de carros e o museu Mário Fava, que foi uma visita excelente, e fizemos o passeio de navio no rio Tietê. Foram experiências ótimas. A parte esportiva foi uma absoluta surpresa para nós. Não conhecíamos o carro, nunca tínhamos feito rally ou raid no Brasil. Estamos felizes por vencer, mas principalmente pelo convívio, pela amizade e pelo tratamento que recebemos do MG Club e de todos. O nível dos carros é muito bom. Isso é bem importante no conceito que nosso clube, o Montevideo Classic Car Club, tem de antigomobilismo. Saímos daqui com muitos amigos.” José Luiz Gandini, piloto terceiro colocado: “Nunca tinha participado das 1000 Milhas. Foram quatro dias dentro do carro, olhando os números, vendo a velocidade. Foi uma coisa completamente diferente na minha vida. Já tinha feito raids e rallyes, mas mais curtos. Além da competição e das amizades que fizemos, foi um rallye de visitas. Nunca achei que fosse fazer um passeio no rio Tietê. Nem imaginava que o Tietê, que é muito poluído em São Paulo, chegasse limpo no interior do estado. Fiquei apaixonado pelo que vi no Museu Agromen. Foi um evento que nos deu muitas coisas bacanas. A parte competitiva foi bem complicada. Meu carro teve alguns probleminhas, um dia eu fiquei conversando na parada em um restaurante, perdi a hora, meu navegador queria me matar, e em outro dia erramos na leitura da planilha, não entramos no lugar certo. Mas são coisas que todos os competidores podem enfrentar. Gostei demais e quero estar nos próximos raids do MG Club do Brasil.” Fernando Pimentel, presidente do MG Club do Brasil: “A oitava edição das 1000 Milhas Históricas Brasileiras milhas nos deixou realizados. A nossa maior felicidade foi saber que o site do Museu Mário Fava, em Bariri, onde fomos no primeiro passeio, teve de um dia para o outro quatro mil acessos além do normal após nossa visita. O José Augusto Barboza Cava, um escritor e historiador que é diretor do museu, disse que nossa passagem por lá, e a divulgação disso, mudou a vida do museu. Em três dias ele já havia sido procurado por outros três clubes que querem ir lá. O museu está passando por um momento difícil, perdeu o apoio financeiro que tinha e o Cava está lutando para continuar. É uma honra que nossa parada por lá os ajude. No segundo dia, nosso passeio foi aquele espetáculo no Museu Agromen. No terceiro dia, o passeio de barco no Tietê foi maravilhoso. Foi especial aquela recepção em Barra Bonita. Perceber a alegria das pessoas nas ruas vendo os carros passar é muito gratificante. Tudo isso incentiva a gente a continuar. São Pedro colaborou. Não ter chovido foi um belo presente. E a cada dia ter vencedores diferentes nos passeios cronometrados diz muito sobre a competitividade. Terminamos muito satisfeitos.” Americo Nesti, diretor de comunicação do MG Club do Brasil: “Foi uma jornada extraordinária. Cada dia um passeio, cada dia uma surpresa muito boa. Nós saíamos preocupados com a pilotagem, com a regularidade do raid, chegávamos em lugares muito bonitos para fazer belos passeios e relaxávamos. Digo aos amigos que participar dos raids de regularidade do MG Club do Brasil é melhor do que qualquer terapia. Você sai com a cabeça liberada. A festa final foi muito legal, cada um que ganha um troféu ou uma homenagem fica muito feliz. É um momento muito alegre. A competitividade é grande. O pessoal está ficando muito bom na pilotagem e na navegação. Os que acabaram nas primeiras colocações foi por mérito, não foi por acaso. É um pessoal que se prepara muito, sabe fazer raids e rallyes e executa com perfeição. Reconheço os que ficaram nos primeiros lugares como os melhores.” Manoel Cintra, diretor técnico e esportivo MG Club do Brasil: “Essa foi a primeira 1000 Milhas, e o segundo raid, que organizei com esse time da diretoria. Todo mundo gostou. Os lugares escolhidos foram excelentes. Mas o principal foi a competitividade, que levou a decisão do título para o último dia. Isso foi o mais emocionante. Foram meses trabalhando, levantando o roteiro, escolhendo os pontos de parada, as estradas, e o resultado do nosso empenho foi muito positivo. Deu para mostrar o que é o MG Club do Brasil. O mais importante foi a satisfação das pessoas e o clima familiar, de alegria. Os carros que participaram foram fantásticos. Tivemos exemplares de marcas como Porsche, Ferrari, Mercedes, Alfa Romeo, Bentley, BMW, MG, Jaguar, e carros amados como Mustang, SP2 e Interlagos Berlinetta. Foi bem eclético, com automóveis clássicos mesmo. Ver as pessoas usando os carros que gostam foi bacana. A paixão dos donos por eles aflorou mais. A visita aos museus e o passeio de barco trouxeram cultura, agregaram valor ao evento. O sucesso dos carros por onde passamos também foi uma coisa muito gostosa. Você tem a hora da competição, mas a cada dia as pessoas vão ficando mais amigas. Conhecimento, entretenimento e esporte formaram uma mistura perfeita.” TOP 10 DAS 1000 MILHAS HISTÓRICAS BRASILEIRAS 2022 1º #16, Fernando Leibel e Adriano Braz, Mercedes Benz 450SL 1974, 85 pontos* 2º #12, Andres Buela e German Pagadizabal, Alfa Romeo Spider 1972, 74 3º #7, José Luiz Gandini e Luiz Durval Brenelli de Paiva, Jaguar Mk II 1967, 73 4º #17, Sydney Marcos Savi e Mariele Cristine Haas Savi, BMW 2002 tii Competition 1974, 58 5º #18, Jorge da Rocha Cirne Filho e Wagner Classer de Brito, MG MGB Roadster 1974, 46 6º #19, Leandro Mazzoccato e Lizandra Mazzoccato, Ferrari 308 GTS 1978, 39 7º #21, Auro A. Moura Andrade e Camila Moura Andrade, Mercedes Benz 500 SEL 1980, 31 8º #3, Manoel Felix Cintra Neto e Manoel Alfredo Cintra, MG MGB Roadster 1963, 27 9º #10, Luis Esteves Caldas Neto e Vera Ligia Adoglio Caldas, Volkswagen SP2 1972, 25 10º #26, Gilmar Zanini e Joicer Rosso Zanini, Mercedes Benz 190e 1990, 22 pontos *Ao vencedor de cada dia são atribuídos 25 pontos, e em escala decrescente são atribuídos pontos até o 15º colocado de cada passeio, que marca um ponto. TOP 10 DO 4º DIA DAS 1000 MILHAS HISTÓRICAS BRASILEIRAS 2022 1º #17, Sydney Marcos Savi e Mariele Cristine Haas Savi, BMW 2002 tii Competition 1974, 10 pontos perdidos 2º #16, Fernando Leibel e Adriano Braz, Mercedes Benz 450SL 1974, 12 3º #7, José Luiz Gandini e Luiz Durval Brenelli de Paiva, Jaguar Mk II 1967, 35, 16 4º #12, Andres Buela e German Pagadizabal, Alfa Romeo Spider 1972, 20 5º #18, Jorge da Rocha Cirne Filho e Wagner Classer de Brito, MG MGB Roadster 1974, 25 6º #10, Luis Esteves Caldas Neto e Vera Ligia Adoglio Caldas, Volkswagen SP2 1972, 40 7º #19, Leandro Mazzoccato e Lizandra Mazzoccato, Ferrari 308 GTS 1978, 47 8º #3, Manoel Felix Cintra Neto e Manoel Alfredo Cintra, MG MGB Roadster 1963, 64 9º #26, Gilmar Zanini e Joicer Rosso Zanini, Mercedes Benz 190e 1990, 65 10º #4 Wanderley Natali e Regina Natali, Alfa Romeo Duetto 1968, 70 pontos perdidos

Confira cenas dos automóveis dos dez primeiros colocados e da cerimônia de premiação das 1000 Milhas Históricas Brasileiras 2022
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Terceiro dia das 1000 Milhas Históricas Brasileiras deixa apertada a disputa pelo título de 2022

O roteiro passou por várias cidades da região e incluiu desfile dos automóveis clássicos participantes pelas ruas de Barra Bonita e passeio de navio pelo rioTietê

21/05/2022 - Na sexta-feira, 20 de maio, a bordo do Jaguar MK II 1967 número 7, José Luiz Gandini e Luiz Durval Brenelli de Paiva foram os vencedores do terceiro dos quatro passeios cronometrados da oitava edição das 1000 Milhas Históricas Brasileiras, realizada pelo MG Club do Brasil na região de São Carlos, Dourado, Bariri, Orlândia e Barra Bonita, no interior paulista. Fernando Leibel e Adriano Braz, que venceram no segundo dia, com o Mercedes Benz 450 SL 1974 número 16, terminaram em segundo lugar, com os mesmos três pontos perdidos dos vencedores, que ficaram à frente por terem o carro com ano de fabricação mais antigo. Fernando e Adriano passaram à liderança do raid de regularidade, com 65 pontos. Com 57 pontos, Gandini e Luiz Durval ocupam a terceira posição na briga pelo título de campeões das 1000 Milhas, que promete ser acirrada neste sábado, 21, em que 25 pontos serão atribuídos ao primeiro colocado do dia, em uma escala decrescente que segue até um ponto para o 15º colocado de cada prova. Andres Buela e German Pagadizabal, vencedores do primeiro dia, com o Alfa Romeo Spider 1972 número 12, estão na vice-liderança, com 61 pontos. Apenas oito pontos separam os líderes do Mercedes 1974 da dupla do Jaguar 1967. Depois do longo roteiro de 403 quilômetros da quinta-feira, 19, os participantes enfrentaram um percurso mais curto, de 236 quilômetros, entre as cidades de Dourado e Barra Bonita, ambas no Centro-Oeste paulista. A maior parte do passeio foi feita em rodovias duplicadas e de ótimo pavimento, o que permitiu que os pilotos tivessem a oportunidade de desenvolver boas velocidades com seus carros. Após a largada no Santa Clara Eco Resort, base do evento, em Dourado, o comboio pegou a estrada SP-215 em direção à pequena cidade de Ribeirão Bonito, e depois contornou São Carlos, um dos principais municípios da região. Eles então rumaram ao sul, passando por Itirapina, Brotas e Torrinha. Na parte final do roteiro, os pilotos e navegadores passaram por um pequeno trecho de poucos quilômetros de serra em estrada simples, antes de chegarem a Barra Bonita, ponto final do trecho cronometrado, logo na entrada da cidade, já na margem do rio Tietê. Dali, escoltados pela Guarda Civil Municipal, partiram para um desfile pelo centro do município até chegar ao Pavilhão de Exposições de Barra Bonita, onde deixaram seus automóveis. Todos seguiram a pé até o Píer 37, e partiram para um passeio de cerca de quatro horas no barco turístico NM Homero Kränenbühl no rio Tietê, passando pela eclusa da Barragem de Barra Bonita. Neste sábado, 21, os participantes largaram para o último dia de prova, em um trajeto que começa e termina em Dourado, com parada em Ribeirão Preto para conhecer uma coleção particular de automóveis clássicos. À noite, em cerimônia de premiação no Santa Clara, serão conhecidos os campeões das 1000 Milhas Históricas Brasileiras 2022. TOP 10 DO 3º DIA DAS 1000 MILHAS HISTÓRICAS BRASILEIRAS 2022 1º carro 7, José Luiz Gandini e Luiz Durval Brenelli de Paiva, Jaguar MK II 1967, 3 pontos perdidos 2º 16, Fernando Leibel e Adiano Braz, Mercedes Benz 450SL 1974, 3 3º 12, Andres Buela e German Pagadizabal, Alfa Romeo Spider 1972, 10 4º 18, Jorge da Rocha Cirne Filho e Wagner Classer de Brito, MG MGB Roadster 1974, 13 5º 19, Leandro Mazzoccato e Lizandra Mazzoccato, Ferrari 308 GTS 1978, 14 6º 17, Sydney Marcos Savi e Mariele Cristine Haas Savi, BMW 2002 tii Competition 1974, 16 7º 26, Gilmar Zanini e Joicer Rosso Zanini, Mercedes Benz 190e 1990, 19 8º 3, Manoel Felix Cintra Neto e Manoel Alfredo Cintra, MGB Roadster 1963, 23 9º 21, Auro A. Moura Andrade e Camila Moura Andrade, Mercedes Benz 500 SEL 1980, 28 10º 10, Luis Esteves Caldas Neto e Vera Ligia Adoglio Caldas, Volkswagen SP2 1972, 29 pontos perdidos

Confira cenas do terceiro passeio cronometrado das 1000 Milhas Históricas Brasileiras 2022, que incluiu passeio de navio pelo rio Tietê
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1000 Milhas Históricas Brasileiras exigem muito de pilotos, navegadores e seus carros clássicos

Segundo dia do raid de regularidade incluiu visita ao Museu Agromen, em Orlândia

20/05/2022 - A bordo do Mercedes Benz 450SL 1974 número 16, na quinta-feira, 19 de maio, Fernando Leibel e Adiano Braz foram os vencedores do segundo dos quatro passeios cronometrados da oitava edição das 1000 Milhas Históricas Brasileiras, realizada pelo MG Club do Brasil na região de São Carlos, Dourado, Bariri, Orlândia e Barra Bonita, no interior paulista. Com esse resultado, estão empatados na liderança do raid de regularidade de automóveis clássicos com os uruguaios Andres Buela e German Pagadizabal, vencedores do primeiro dia com o Alfa Romeo Spider 1972 número 12. No segundo passeio das 1000 Milhas Históricas Brasileiras, pilotos e navegadores partiram para um percurso de 403 quilômetros, o maior dos quatro dias, passando pelas principais estradas do Nordeste e Noroeste paulista, como Washington Luiz e Anhanguera. O trajeto foi composto de longas retas em rodovias duplicadas, o que tornou a prova bastante técnica, principalmente para os navegadores, que precisaram dosar bem o ritmo para perderem o mínimo possível de pontos. Além disso, a movimentação bastante intensa de caminhões que circulam na importante região agrícola do estado de São Paulo também dificultou o trabalho de pilotos para manterem suas médias de velocidade dentro do exigido pela cronometragem. Diversos pilotos destacaram que não foi fácil equilibrar todos esses desafios durante um percurso tão extenso, o que exigiu grande concentração durante várias horas. O comboio das 1000 Milhas passou pelas cercanias de centros urbanos regionais como Araraquara, Sertãozinho, Ribeirão Preto e finalmente Orlândia, onde a manhã terminou com pausa para almoço no Museu Agromen. Lá, os participantes conheceram grande coleção de carruagens, máquinas agrícolas, caminhões e carros de diversas marcas, principalmente modelos dos anos 1950 e 1960, entre mais de 300 unidades em exposição. Depois, os pilotos realizaram nova largada, rumo a Dourado, passando novamente nas proximidades de Ribeirão Preto e Araraquara, até o fim do trecho cronometrado na pequena Boa Esperança do Sul. As duplas então seguiram por 25 quilômetros de deslocamento até o Santa Clara, em Dourado. O destino desta sexta-feira, 20, é o município de Barra Bonita, onde os participantes chegam desfilando pelas ruas da cidade, e deixam seus automóveis para passeio no barco turístico NM Homero Kränenbühl, no rio Tietê, com almoço a bordo. Depois, desfilam com seus carros pela ponte de ferro Campos Salles, um dos cartões postais da cidade, na divisa com Igaraçu do Tietê, conhecida como Ponte dos Arcos, antes de retornar ao Santa Clara Eco Resort, em Dourado, ponto de partida e chegada no sábado, 21, último dia das 1000 Milhas Históricas Brasileiras. TOP 10 DO 2º DIA DAS 1000 MILHAS HISTÓRICAS BRASILEIRAS 1º carro 16, Fernando Leibel e Adiano Braz, Mercedes Benz 450SL 1974, 23 pontos perdidos 2º 12, Andres Buela e German Pagadizabal, Alfa Romeo Spider 1972, 26 3º 7, José Luiz Gandini e Luiz Durval Brenelli de Paiva, Jaguar MK II 1967, 35 4º 18, Jorge da Rocha Cirne Filho e Wagner Classer de Brito, MG MGB Roadster 1974, 42 5º 3, Manoel Felix Cintra Neto e Manoel Alfredo Cintra, MGB Roadster 1963, 80 6º 17, Sydney Marcos Savi e Mariele Cristine Haas Savi, BMW 2002 tii Competition 1974, 87 7º 19, Leandro Mazzoccato e Lizandra Mazzoccato, Ferrari 308 GTS 1978, 94 8º 21, Auro A. Moura Andrade e Camila Moura Andrade, Mercedes Benz 500 SEL 1980, 102 9º 24, Marcelo Santos e Erica Rabello Lopes da Costa, Porsche 911 1983, 127 10º 26, Gilmar Zanini e Joicer Rosso Zanini, Mercedes Benz 190e 1990, 141 pontos perdidos Programação das 1000 Milhas Históricas Brasileiras 2022 DOURADO Sábado, 21 de maio 09:01 – Largada do primeiro carro para o quarto e último dia de prova 15:45 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort 18:00 – Divulgação dos resultados do quarto dia e do resultado final das 1000 Milhas Históricas Brasileiras

Confira cenas do segundo passeio cronometrado  e aprecie o fantástico acervo de veículos clássicos do Museu Agromen
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Carros clássicos das 1000 Milhas Históricas Brasileiras fazem sucesso no primeiro dia do evento

19/05/2022 - A bordo de um Alfa Romeo Spider de 1972, a dupla uruguaia formada por Andres Buela e German Pagadizabal foi a vencedora do primeiro dos quatro passeios cronometrados que compõem a oitava edição das 1000 Milhas Históricas Brasileiras, realizada pelo MG Club do Brasil. Considerado um dos eventos mais importantes do calendário nacional de atividades de automóveis clássicos, o raid de regularidade começou na quarta-feira, 18, com 27 duplas inscritas para percorrer cerca de 1.600 quilômetros. O roteiro, que teve o total de 310 quilômetros, foi iniciado na Rodovia dos Bandeirantes, na altura de Caieiras, na Grande São Paulo, seguiu por Piracicaba, Águas de São Pedro, São Pedro, Jaú, passou ao lado de Brotas, e terminou em Bariri, no interior paulista. A partir de Águas de São Pedro, os pilotos e navegadores entraram em estradas vicinais em que puderam aproveitar seus clássicos modelos por serras com curvas, subidas e descidas, passando por paisagens com montanhas, plantações das mais diferentes, como de bananas, girassóis e cana de açúcar, e margeando belas represas. Em Bariri, os participantes foram recebidos pelo prefeito Abelardo Maurício Martins Simões Filho e pela primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Anai Simões, para visitar o Museu Mário Fava, que conta a história dos brasileiros Mário Fava, Leônidas Borges de Oliveira e Francisco Lopes da Cruz. No século passado, eles fizeram uma viagem aos Estados Unidos em um Ford modelo T, saindo do Rio de Janeiro em 1928 e chegando a Nova York dez anos depois. O diretor do museu, historiador e escritor José Augusto Barboza Cava, fez questão de não só mostrar a coleção de itens do acervo às equipes, como também de explicar o passo a passo da pioneira expedição. Na rua do museu, fechada ao trânsito, os automóveis clássicos das Mil Milhas Históricas Brasileiras fizeram sucesso com o público, encantado com a oportunidade de apreciar belos carros de diferentes épocas. Ao final da visita, os competidores seguiram para o Santa Clara Eco Resort, na cidade de Dourado, base do evento, de onde, na manhã de quinta-feira, 19, partiram para um roteiro que leva até a cidade de Orlândia, onde visitam o Museu Agromen, que reúne carruagens, carros, caminhões e tratores. O destino da sexta-feira, 20, será o município de Barra Bonita, onde os participantes farão passeio a bordo do turístico NM Homero Kränenbühl pelo rio Tietê após a prova. No sábado, 21, o percurso começará e terminará no Santa Clara, em Dourado. TOP 10 DO 1º DIA DAS 1000 MILHAS HISTÓRICAS BRASILEIRAS 2022 1º carro 12, Andres Buela e German Pagadizabal, Alfa Romeo Spider 1972, 8 pontos perdidos 2º 16, Fernando Leibel e Adiano Braz, Mercedes Benz 450SL 1974, 10 3º 7, José Luiz Gandini e Luiz Durval Brenelli de Paiva, Jaguar MK II 1967, 19 4º 17, Sydney Marcos Savi e Mariele Cristine Haas Savi, BMW 2002 tii Competition 1974, 21 5º 21, Auro A. Moura Andrade e Camila Moura Andrade, Mercedes Benz 500 SEL 1980, 25 6º 19, Leandro Mazzoccato e Lizanda Mazzoccato, Ferrari 308 GTS 1978, 33 7º 18, Jorge da Rocha Cirne Filho e Wagner Classer de Brito, MG MGB Roadster 1974, 39 8º 24, Marcelo Santos e Erica Rabello Lopes da Costa, Porsche 911 1983, 66 9º 20, Paulo Marte Filho e Valéria Theodoro, Porsche 928 1978, 88 10º 11, Americo Nesti e Eduardo Florêncio da Silva, Triumph Spitfire 1972, 94 pontos perdidos Programação das 1000 Milhas Históricas Brasileiras 2022 ORLÂNDIA Quinta-feira, 19 de maio 09:01 – Largada do primeiro carro para o segundo dia de prova 12:00 – Chegada ao Museu Agromen (Orlândia-SP) 14:40 – Relargada 17:40 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort (Dourado-SP) À noite, divulgação do resultado do segundo dia e a classificação provisória das 1000 Milhas Históricas Brasileiras BARRA BONITA Sexta-feira, 20 de maio 08:31 – Largada do primeiro carro para o terceiro dia de prova 11:30 – Chegada em Barra Bonita (SP) e passeio de barco pelo rio Tietê 16:45 – Retorno ao Santa Clara Eco Resort 18:00 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort À noite, divulgação do resultado do terceiro dia e a classificação provisória das 1000 Milhas Históricas Brasileiras DOURADO Sábado, 21 de maio 09:01 – Largada do primeiro carro para o quarto e último dia de prova 15:45 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort 18:00 – Divulgação dos resultados do quarto dia e do resultado final das 1000 Milhas Históricas Brasileiras

Confira cenas do primeiro dia das 1000 Milhas Históricas Brasileiras; passagem dos clássicos animou a cidade de Bariri
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Foi dada a largada nas 1000
Milhas Históricas Brasileiras 2022

Com um percurso diferente a cada dia no interior paulista, o raid
de regularidade, baseado em Dourado, na região de São Carlos,
visita as cidades de Bariri, Orlândia e Barra Bonita

18/05/2022 - Começou na manhã desta quarta-feira, 18, a edição 2022 do raid de regularidade 1000 Milhas Históricas Brasileiras, com largada no posto Frango Assado, localizado no km 34 da Rodovia dos Bandeirantes, em Caieiras, na Grande São Paulo. Na terça-feira, 17, os participantes reuniram-se no Boulevard Iguatemi São Paulo, para confraternização pré-largada, vistoria e adesivagem dos 27 carros inscritos, que chamaram a atenção dos frequentadores do shopping center, inclusive de crianças encantadas com o charme de tantos automóveis clássicos de épocas tão diferentes. Desta vez, a prova estreia um novo formato: cada dia terá um percurso diferente. Nesta quarta-feira, os participantes seguem até o município de Bariri e visitam o Museu Mario Fava, onde há um Ford T que percorreu 27 mil quilômetros em expedição pelas Américas. E depois seguem para o Santa Clara Eco Resort, no município de Dourado, na região de São Carlos, base do evento, de onde partirão para as outras três provas. Na quinta-feira, 19, o roteiro terá uma parada em Orlândia, com visita ao Museu Agromen. O percurso da sexta-feira, 20, terminará em Barra Bonita, e será seguido de passeio de barco pelo rio Tietê. No sábado, 21, o último dia, a prova será encerrada no mesmo local da largada, em Dourado. O resultado de cada dia desse raid de regularidade será baseado na menor quantidade de pontos perdidos na estrada devido ao atraso ou adiantamento dos carros na passagem pelos postos secretos estabelecidos pela cronometragem. Os quinze primeiros colocados de cada dia marcam pontos na seguinte escala: 25, 20, 16, 13, 11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 e 1. Será considerada vencedora das 1000 Milhas Históricas Brasileiras a dupla que somar mais pontos de acordo com os resultados finais de cada dia. Em caso de empate na pontuação final, ficará com a melhor colocação a dupla que marcar mais pontos no último dia. Persistindo o empate, serão apurados outros dois critérios: o ano de fabricação do automóvel e, por fim, a cilindrada do motor, com vantagem para o mais antigo e o de menor cilindrada, respectivamente. A ordem de largada segue sempre a de numeração dos carros, independentemente do resultado do dia anterior ou da classificação provisória da prova. Programação das 1000 Milhas Históricas Brasileiras 2022 ORLÂNDIA Quinta-feira, 19 de maio 09:01 – Largada do primeiro carro para o segundo dia de prova 12:00 – Chegada ao Museu Agromen (Orlândia-SP) 14:40 – Relargada 17:40 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort (Dourado-SP) À noite, divulgação do resultado do segundo dia e a classificação provisória das 1000 Milhas Históricas Brasileiras BARRA BONITA Sexta-feira, 20 de maio 08:31 – Largada do primeiro carro para o terceiro dia de prova 11:30 – Chegada em Barra Bonita (SP) e passeio de barco pelo rio Tietê 16:45 – Retorno ao Santa Clara Eco Resort 18:00 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort À noite, divulgação do resultado do terceiro dia e a classificação provisória das 1000 Milhas Históricas Brasileiras DOURADO Sábado, 21 de maio 09:01 – Largada do primeiro carro para o quarto e último dia de prova 15:45 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort 18:00 – Divulgação dos resultados do quarto dia e do resultado final das 1000 Milhas Históricas Brasileiras

Confira cenas da confraternização pré-largada, vistoria e adesivagem dos automóveis participantes
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1000 Milhas Históricas Brasileiras
define programação e regulamento

12/05/2022 - Está definida a programação das 1000 Milhas Históricas Brasileiras. A largada do primeiro dia acontecerá no posto Frango Assado (km 34 da Rodovia dos Bandeirantes) e as demais no Santa Clara Eco Resort, em Dourado (SP), nas manhãs dos dias 18, 19, 20 e 21 de maio (veja horários detalhados abaixo). O público paulistano poderá vivenciar o charme do raid de regularidade para carros clássicos na quarta-feira (17 de maio) com a exposição dos carros participantes no boulevard do Iguatemi São Paulo (Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232) das 16 às 21 horas. Organizadas pelo MG Club do Brasil, as 1000 Milhas Históricas Brasileiras integram o calendário da FIVA (Federação Internacional de Veículos Antigos). Durante a exposição no Iguatemi São Paulo, os carros inscritos nas 1000 Milhas Históricas Brasileiras receberão os números pelos quais serão identificados pela cronometragem. Neste ano, a prova estreia um novo formato: cada dia terá um percurso diferente, sempre com a largada sendo dada no Santa Clara Eco Resort. O resultado de cada dia será baseado na menor quantidade de pontos perdidos na estrada devido ao atraso ou adiantamento na passagem pelos postos secretos estabelecidos pela cronometragem. Os quinze primeiros colocados de cada dia marcam pontos na seguinte escala: 25, 20, 16, 13, 11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 e 1. Será considerada vencedora das 1000 Milhas Históricas Brasileiras a dupla que somar mais pontos de acordo com os resultados finais de cada dia. Em caso de empate na pontuação final, ficará com a melhor colocação a dupla que marcar mais pontos no último dia. Persistindo o empate, serão apurados outros dois critérios: o ano de fabricação do automóvel e, por fim, a cilindrada do motor, com vantagem para o mais antigo e o de menor cilindrada, respectivamente. A ordem de largada seguirá sempre a de numeração dos carros, independentemente do resultado do dia anterior ou da classificação provisória da prova. Além do percurso competitivo, cada dia de prova terá uma parada em um ponto de interesse histórico e/ou turístico. Programação das 1000 Milhas Históricas Brasileiras 2022 Terça-feira, 17 de maio 16:00 às 21:00 – Apresentação dos carros e equipes no boulevard do Iguatemi São Paulo (Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232). Quarta-feira, 18 de maio 07:30 – Apresentação das equipes e carros no posto Frango Assado (km 34 da Rodovia dos Bandeirantes) 08:31 – Largada do primeiro carro 15:15 – Chegada dos participantes ao Museu Mario Fava (Bariri-SP) 17:35 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort (Dourado-SP) À noite, divulgação do resultado do primeiro dia Quinta-feira, 19 de maio 09:01 – Largada do primeiro carro para o segundo dia de prova 12:00 – Chegada ao Museu Agromen (Orlândia-SP) 14:40 – Relargada 17:40 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort (Dourado-SP) À noite, divulgação do resultado do segundo dia e a classificação provisória das 1000 Milhas Históricas Brasileiras Sexta-feira, 20 de maio 08:31 – Largada do primeiro carro para o terceiro dia de prova 11:30 – Chegada em Barra Bonita (SP) e passeio de barco pelo rio Tietê 16:45 – Retorno ao Santa Clara Eco Resort 18:00 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort À noite, divulgação do resultado do terceiro dia e a classificação provisória das 1000 Milhas Históricas Brasileiras Sábado, 21 de maio 09:01 – Largada do primeiro carro para o quarto e último dia de prova 15:45 – Chegada ao Santa Clara Eco Resort 18:00 – Divulgação dos resultados do quarto dia e do resultado final das 1000 Milhas Históricas Brasileiras Sobre as 1000 Milhas Históricas Brasileiras Disputada pela primeira vez em 2011, a 1000 Milhas Históricas Brasileiras estreia neste ano um novo formato, com o evento centralizado no Santa Clara Eco Resort. Cada dia de prova terá um percurso diferente, sempre com largada e chegada no Santa Clara e um passeio integrando a programação. Entre esses passeios, estão uma visita ao Museu Mario Fava, em Bariri (que conta a história de uma viagem de carro de ida e volta entre São Paulo e Nova York, iniciada em 1928 e encerrada dez anos depois); um passeio no barco turístico NM Homero Kränenbühl, que navega em um trechos mais belos do rio Tietê, incluindo passagem pela eclusa de Barra Bonita e almoço a bordo depois de um serviço de canapés no convés do barco; e visitas a duas coleções particulares de veículos clássicos, uma delas a do Museu Agromen. As inscrições para as 1000 Milhas Históricas Brasileiras estão abertas e informações a respeito podem ser obtidas pelo site www.mgcbr.com.br ou pelo whatsapp (11) 94161-2326. Sobre o MG Club do Brasil Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo proprietários de carros clássicos de qualquer modelo. O clube organiza raids de regularidade e passeios como as 1000 Milhas Históricas Brasileiras, Raid de Campos do Jordão e Raid da Serra do Mar. Por serem concebidos para carros clássicos, esses raids percorrem boas estradas, paisagens agradáveis e incluem visitas a pontos de interesse cultural e histórico. Todos os sábados, o MG Club do Brasil promove encontros informais entre os associados, nos quais o antigomobilismo é o assunto predominante. Também acontecem na sede social (localizada na Vila Romana, zona oeste de São Paulo) eventos temáticos e homenagens a personalidades do automobilismo. O local possui um acervo de publicações automobilísticas disponível aos sócios para consulta.

Confira cenas de diversos eventos realizados pelo MG Club do Brasil
- fotos do acervo do MG Club do Brasil

Novo formato e novo regulamento
nas1000 Milhas Históricas Brasileiras

06/05/2022 - As 1000 Milhas Históricas Brasileiras, um dos principais eventos de carros clássicos do Brasil, terão um novo formato em 2022. Nesta edição, o passeio de regularidade de 1.600 km (mil milhas) entre cidades distantes deu lugar a quatro percursos distintos, um em cada dia, tendo como ponto central o Santa Clara Eco Resort, em Dourado (na região de São Carlos, no interior de São Paulo). Essa mudança levou o MG Club do Brasil, organizador da prova que acontecerá de 18 a 21 de maio, a elaborar um novo regulamento para definir o resultado final. Cada dia de prova gerará um resultado parcial baseado na menor quantidade de pontos perdidos na estrada devido ao atraso ou adiantamento na passagem pelos postos secretos estabelecidos pela cronometragem. Os quinze primeiros colocados de cada parcial marcam pontos na seguinte escala: 25, 20, 16, 13, 11, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 e 1. Será considerada vencedora das 1000 Milhas Históricas Brasileiras a dupla que somar mais pontos de acordo com os resultados das parciais. Em caso de empate na pontuação final, ficará com a melhor colocação a dupla que marcar mais pontos no último dia. Persistindo o empate, serão apurados outros dois critérios: o ano de fabricação do automóvel e, por fim, a cilindrada do motor, com vantagem para o mais antigo e o de menor cilindrada, respectivamente. Para tornar a competição ainda mais equilibrada e justa, os resultados das parciais aplicarão o handicap adotado pelo MG Club do Brasil nos raids de regularidade, em que a classificação final é determinada unicamente pelos pontos perdidos na estrada. Modelos até 1950 têm fator zero – ou seja, são classificados de acordo com os pontos perdidos por atraso ou adiantamento na passagem pelos postos secretos na estrada. De 1951 a 1957, o número de pontos perdidos é acrescido em 15%; de 1958 a 1964, 20%; de 1965 a 1971, 25%; de 1972 a 1978, 30%; de 1979 a 1985, 40%; de 1986 a 1992, 55%; e de 1993 a 1999, 70%. Automóveis modelos 2000 em diante participam à parte, na categoria Turismo, e não entram na classificação oficial das 1000 Milhas Históricas Brasileiras. Até o momento, o carro mais antigo inscrito é um Jaguar 1948 e o mais novo, um Mercedes SLC 300 2017. As 1000 Milhas Históricas Brasileiras integram o calendário da FIVA (Federação Internacional de Veículos Antigos) e os paulistanos poderão ver os carros participantes de perto no estacionamento do Shopping Center Iguatemi no dia 17 de maio a partir das 16:00, quando serão entregues os kits de participação e os adesivos com os números dos concorrentes. Para quem estiver na região de São Carlos, o raid de regularidade terá como ponto de partida e retorno o Santa Clara Eco Resort, em Dourado. Sobre as 1000 Milhas Históricas Brasileiras Disputada pela primeira vez em 2011, a 1000 Milhas Históricas Brasileiras estreia neste ano um novo formato, com o evento centralizado no Santa Clara Eco Resort. Cada dia de prova terá um percurso diferente, sempre com largada e chegada no Santa Clara e um passeio integrando a programação. Entre esses passeios, estão uma visita ao Museu Mario Fava, em Bariri (que conta a história de uma viagem de carro de ida e volta entre São Paulo e Nova York, iniciada em 1928 e encerrada dez anos depois); um passeio no barco turístico NM Homero Kränenbühl, que navega em um trechos mais belos do rio Tietê, incluindo passagem pela eclusa de Barra Bonita e almoço a bordo depois de um serviço de canapés no convés do barco; e visitas a duas coleções particulares de veículos clássicos, uma delas a do Museu Agromen. As inscrições para as 1000 Milhas Históricas Brasileiras estão abertas e informações a respeito podem ser obtidas pelo site www.mgcbr.com.br ou pelo whatsapp (11) 94161-2326. Sobre o MG Club do Brasil Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo proprietários de carros clássicos de qualquer modelo. O clube organiza raids de regularidade e passeios como as 1000 Milhas Históricas Brasileiras, Raid de Campos do Jordão e Raid da Serra do Mar. Por serem concebidos para carros clássicos, esses raids percorrem boas estradas, paisagens agradáveis e incluem visitas a pontos de interesse cultural e histórico. Todos os sábados, o MG Club do Brasil promove encontros informais entre os associados, nos quais o antigomobilismo é o assunto predominante. Também acontecem na sede social (localizada na Vila Romana, zona oeste de São Paulo) eventos temáticos e homenagens a personalidades do automobilismo. O local possui um acervo de publicações automobilísticas disponível aos sócios para consulta.

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